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Súplica à mãe santíssima

postado em 3 de mai de 2011 16:27 por Webmaster SEJA
Senhora:

Eis-nos de retorno aos caminhos luminosos apresentados pelo vosso Filho Jesus há quase dois mil anos: fé e irrestrita confiança em Deus, amor ao próximo como a si mesmo e entrega total à caridade, sem a qual não há salvação.

Há muito tempo planejamos seguir a trilha libertadora, mas, distraídos pelas ilusões, seguimos rumos diferentes e angustiantes.

Hoje, porém, depois de vivenciadas inomináveis angústias, estamos de volta ao rebanho daquele que é o Caminho da Verdade e da Vida.

Sabemos que, enquanto o mundo estertora sob os camartelos do ódio e da insensatez que o ser humano criou para si mesmo, velais, Senhora, por esses filhos aturdidos que vos foram confiados na cruz...

O pranto, na Terra, se avoluma assustadoramente nos olhos aflitos que  perdem lentamente a faculdade de ver com claridade, ao tempo em que a revolta domina a orgulhosa cultura que a civilização elaborou ao longo dos milênios, ante as ameaças de extinção que se vem impondo alicinadamente...

Os horrores da violência, do crime e das guerras individuais, coletivas e internacionais tomam conta das sociedades, demonstrando a quase nulidade das gloriosas conquistas da ciência, do pensamento, da tecnologia...

(...) É certo que existem doações de amor e de sacrifício, lutas de redenção e trabalhos dignificadores em quase toda a parte, não, porém, o suficiente para a construção do reino de deus nos corações.

Em razão dos sofrimentos que campeiam, rogamos, Senhora, que derrameis a luz do discernimento e da paz dos entimentos nas existências desarvoradas, informando que, enquanto o amor de Jesus permanecer no mundo, não se apagará da mentes nem dos corações a presença da esperança.

Intercedei por todos aqueles que se deixaram enregelar pelo ódio, endurecer pelos desencantos e frustrações, a fim de que a sociedade descubra o sue rumo de segurança. (...)

Tende compaixão, Mãe Amantíssima de todos nós, e ajudai-nos a ser fiéis até o fim, sem reclamações nem desânimo, sevindo incansavelmente, certos de que, na etapa final, poderemos ver e ouvir o vosso Filho informando-nos: - Vinde a mim, servidores fiéis, eu vos tenho aguardado em paz.

Joanna de Ângelis

(Mensagem psicografada por Divaldo Pereira Franco na manhã de 22 de maio de 2007, junto à casa onde desencarnou Maria de Nazaré, em Éfeso, atual Turquia)
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