Mensagens de Joanna

Fanatismo

postado em 3 de jan de 2013 08:51 por Webmaster SEJA

Toda e qualquer forma de fanatismo é lamentável.

O fanatismo demonstra pobreza de espírito e prepotência de caráter que se expande em quem o agasalha, pretendendo subjugar, quando não consegue conquistar o opositor.

Responsável por tricas corrosivas e por guerras de longo curso, fomenta ódios inomináveis que comburem as criaturas que os animam e fulminam aqueles contra os quais são dirigidos.

Na raiz da posição fanática encontra-se a presunção apaixonada que se atribui o direito exclusivo e pessoal da verdade em detrimento das demais criaturas.

Mesquinho, corrompe a alma, intoxicando-a com morbo deletério de difícil terapia.

O fanático possui uma ótica distorcida a respeito da vida e dos acontecimentos, renteando nas fronteiras de graves desequilíbrios da mente e da emoção.

Enxergando, somente o que lhe apraz e convence, muitas vezes oculta a insegurança íntima, geratriz do medo e da incerteza que disfarça mediante uma postura falsa, de superioridade agressiva.

Compraz-se em humilhar aqueles que lhe não compartem as idéias, auto-realizandos-se através de artifícios de felicidade e paz que está longe de experimentar.

Bloqueando o discernimento, o fanatismo se instala.

Graça mais amplamente nos lugares onde a ignorância governa. Apesar disso, domina entre pessoas esclarecidas que se submetem a “lavagem cerebral”, perturbando-lhe a razão, desorientando-as.

Em todos os períodos da Humanidade, o fanatismo tem contribuído com pesado ônus que vem dificultando o progresso dos homens e a sua liberdade real.

A medida em que se assenhoreia do indivíduo dezumaniza-o, açulando-lhe os instintos primitivos que se sobrepõem à inteligência.

Na sua progressão assustadora termina por desgastar e consumir aquele que lhe faz vítima.

Não abdiques, em situação alguma, do uso da razão.

Considera que o conhecimento é infinito. Cada qual se identifica com o saber na razão direta em que estuda, metida e aplica , adquirindo um sentimento elevado de humildade diante de tudo.

Quanto mais se sabe, mais amplo se faz o horizonte da sabedoria, convidativo e atraente.

Porque os homens estagiam em diferentes degraus da evolução, é lícito compreender que adquirem entendimento dentro das próprias possibilidades, não as podendo, de momento, ultrapassar.

Evidente sinal de crescimento moral e cultural é a tolerância em relação aos mais atrasados, aos que pensam diferentemente, com anseio de aprender com os melhor informados, sem a prosápia de deter toda a sabedoria.

Desse modo, não imponhas as tuas convicções aos outros, especialmente as ordem religiosa.

A fé racional e clara, é estágio que se conquista a esforço pessoal, intransferível.

Convidado a expor tua crença, fá-lo com naturalidade, sendo sincero para contigo mesmo e fraterno para com seu ouvinte.

Poupa-te a desagradável e descortês atitude de crítica improcedente às opiniões e confissões alheias.

Demolir sem recursos de edificar é mal de grave consequência.

Sê severo para contigo e permite que os outros sejam liberais na sua forma de vida e comportamento.

O fanatismo faz muitas vítimas, que se desajustam e atormentam os outros nas modernas comunidades da Terra.

Não lhe reforces as fileiras.

Sábio por excelência, Jesus nunca se impôs, jamais se rebelou, não agredindo em circunstância nenhuma.

Instado a polêmicas vazias, devolvia as interrogações e ilustrava o seu pensamento com notáveis parábolas que desanimavam os opositores gratuitos por falta de argumentos deles, sem discutir nem debater.

Simples e convicto, expôs sem impor apresentando as notícias do “reino de Deus” sem que se utilizasse de quaisquer sofismas ou artifícios verbalistas, muito do agrado dos polemistas e fanáticos de todos os tempo. 

(Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Franco, s/d, publicado no Tribuna Espírita, ano V, no 35, 1987. Respeitadas a ortografia e pontuação da publicação)

Anencefalia

postado em 16 de abr de 2012 06:06 por Webmaster SEJA   [ 25 de abr de 2012 09:58 atualizado‎(s)‎ ]

Joanna de Ângelis
Nada no Universo ocorre como fenômeno caótico, resultado de alguma desordem que nele predomine. O que parece casual, destrutivo, é sempre efeito de uma programação transcendente, que objetiva a ordem, a harmonia.

De igual maneira, nos destinos humanos sempre vige a Lei de Causa e Efeito, como responsável legítima por todas as ocorrências, por mais diversificadas apresentem-se.

O Espírito progride através das experiências que lhe facultam desenvolver o conhecimento intelectual enquanto lapida as impurezas morais primitivas, transformando-as em emoções relevantes e libertadoras.

Agindo sob o impacto das tendências que nele jazem, fruto que são de vivências anteriores, elabora, inconscientemente, o programa a que se deve submeter na sucessão do tempo futuro.

Harmonia emocional, equilíbrio mental, saúde orgânica ou o seu inverso, em forma de transtornos de vária denominação, fazem-se ocorrência natural dessa elaborada e transata proposta evolutiva.

Todos experimentam, inevitavelmente, as consequências dos seus pensamentos, que são responsáveis pelas suas manifestações verbais e realizações exteriores.

Sentindo, intimamente, a presença de Deus, a convivência social e as imposições educacionais, criam condicionamentos que, infelizmente, em incontáveis indivíduos dão lugar às dúvidas atrozes em torno da sua origem espiritual, da sua imortalidade.

Mesmo quando se vincula a alguma doutrina religiosa, com as exceções compreensíveis, o comportamento moral permanece materialista, utilitarista, atado às paixões defluentes do egotismo.

Não fosse assim, e decerto, muitos benefícios adviriam da convicção espiritual, que sempre define as condutas saudáveis, por constituírem motivos de elevação, defluentes do dever e da razão.

Na falta desse equilíbrio, adota-se atitude de rebeldia, quando não se encontra satisfeito com a sucessão dos acontecimentos tidos como frustrantes, perturbadores, infelizes...

Desequipado de conteúdos superiores que proporcionam a autoconfiança, o otimismo, a esperança, essa revolta, estimulada pelo primarismo que ainda jaz no ser, trabalhando em favor do egoísmo, sempre transfere a responsabilidade dos sofrimentos, dos insucessos momentâneos aos outros, às circunstâncias ditas aziagas, que consideram injustas e, dominados pelo desespero fogem através de mecanismos derrotistas e infelizes que mais o degrada, entre os quais o nefando suicídio.

Na imensa gama de instrumentos utilizados para o autocídio, o que é praticado por armas de fogo ou mediante quedas espetaculares de edifícios, de abismos, desarticula o cérebro físico e praticamente o aniquila...

Não ficariam aí, porém, os danos perpetrados, alcançando os delicados tecidos do corpo perispiritual, que se encarregará de compor os futuros aparelhos materiais para o prosseguimento da jornada de evolução.

* * * * * *

É inevitável o renascimento daquele que assim buscou a extinção da vida, portando degenerescências físicas e mentais, particularmente a anencefalia.

Muitos desses assim considerados, no entanto, não são totalmente destituídos do órgão cerebral. Há, desse modo, anencéfalos e anencéfalos.

Expressivo número de anencéfalos preserva o cérebro primitivo ou reptiliano, o diencéfalo e as raízes do núcleo neural que se vincula ao sistema nervoso central…

Necessitam viver no corpo, mesmo que a fatalidade da morte após o renascimento, reconduza-os ao mundo espiritual.

Interromper-lhes o desenvolvimento no útero materno é crime hediondo em relação à vida. Têm vida sim, embora em padrões diferentes dos considerados normais pelo conhecimento genético atual...

Não se tratam de coisas conduzidas interiormente pela mulher, mas de filhos, que não puderam concluir a formação orgânica total, pois que são resultado da concepção, da união do espermatozoide com o óvulo.

Faltou na gestante o ácido fólico, que se tornou responsável pela ocorrência terrível.
Sucede, porém, que a genitora igualmente não é vítima de injustiça divina ou da espúria Lei do Acaso, pois que foi corresponsável pelo suicídio daquele Espírito que agora a busca para juntos conseguirem o inadiável processo de reparação do crime, de recuperação da paz e do equilíbrio antes destruído.

Quando as legislações desvairam e descriminam o aborto do anencéfalo, facilitando a sua aplicação, a sociedade caminha, a passos largos, para a legitimação de todas as formas cruéis de abortamento.

...E quando a humanidade mata o feto, prepara-se para outros hediondos crimes que a cultura, a ética e a civilização já deveriam haver eliminado no vasto processo de crescimento intelecto-moral.

Todos os recentes governos ditatoriais e arbitrários iniciaram as suas dominações extravagantes e terríveis, tornando o aborto legal e culminando, na sucessão do tempo, com os campos de extermínio de vidas sob o açodar dos mórbidos preconceitos de raça, de etnia, de religião, de política, de sociedade...

A morbidez atinge, desse modo, o clímax, quando a vida é desvalorizada e o ser humano torna-se descartável.

As loucuras eugênicas, em busca de seres humanos perfeitos, respondem por crueldades inimagináveis, desde as crianças que eram assassinadas quando nasciam com qualquer tipo de imperfeição, não servindo para as guerras, na cultura espartana, como as que ainda são atiradas aos rios, por portarem deficiências, para morrer por afogamento, em algumas tribos primitivas.

Qual, porém, a diferença entre a atitude da civilização grega e o primarismo selvagem desses clãs e a moderna conduta em relação ao anencéfalo?

O processo de evolução, no entanto, é inevitável, e os criminosos legais de hoje, recomeçarão, no futuro, em novas experiências reencarnacionistas, sofrendo a frieza do comportamento, aprendendo através do sofrimento a respeitar a vida…

* * * * * *

Compadece-te e ama o filhinho que se encontra no teu ventre, suplicando-te sem palavras a oportunidade de redimir-se.

Considera que se ele houvesse nascido bem formado e normal, apresentando depois algum problema de idiotia, de hebefrenia, de degenerescência, perdendo as funções intelectivas, motoras ou de outra natureza, como acontece amiúde, se também o matarias?

Se exercitares o aborto do anencéfalo hoje, amanhã pedirás também a eliminação legal do filhinho limitado, poupando-te o sofrimento como se alega no caso da anencefalia.

Aprende a viver dignamente agora, para que o teu seja um amanhã de bênçãos e de felicidade.

Joanna de Ângelis
(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica da noite de 11 de abril de 2012, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.)

Equipe de Trabalho

postado em 2 de abr de 2012 12:57 por Webmaster SEJA

O problema da equipe de trabalho é, quase sempre, o problema do líder.

(...) Enquanto comanda, sente-se bem, esquecendo-se de que a liderança é fenômeno natural e que o melhor condutor se destaca pelo respeito que inspira e pelo valor que possui, não pela imposição e exigência que faz.

Os  membros  de  uma  equipe são  trabalhados  pela  bondade  e conduzidos pela sabedoria, do que decorre cada um ter o grupo de serviço que merece, em decorrência de o haver produzido.

Clãs espirituais se comprometem, antes da reencarnação, à tarefa em que devem mourejar a benefício do crescimento moral e da própria ascensão.

(...) Em qualquer circunstância, porém, sê coerente com o próprio trabalho, compreendendo que ninguém tem o dever de ajudar-te, embora te encontres comprometido para auxiliar a todos.

Se  te  conduzires  ativo  e  paciente,  perseverando  no  bem, será formado um grupo de trabalho ao teu lado, todavia, se tal não ocorrer, é porque deve ser assim mesmo.

Jesus Cristo, porém, sem dúvida, nunca te deixará a sós, sendo a tua força e equipe eficiente.

(Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Franco. Rumos Libertadores)

Dramas e Soluções

postado em 5 de mar de 2012 07:13 por Webmaster SEJA

Dramas do momento: 

mudança de comportamento;
incompatibilidade de gênios;
desajuste emocional;
desespero financeiro;
frustração afetiva;
inquietação íntima;
ansiedade e nervoso;
depressão e descontentamento;
violência generalizada;
necessidade de repouso;
ausência de amigos produzindo soledade...

Todos esses dramas são resultantes do egoísmo. Ama sem exigência de reciprocidade.
Trabalha sem desfalecimento. Ora sem revolta.
Serve sem interesse retributivo. Perdoa sem condicionais.
E vive confiando na vitória do bem, que nunca te deixará em abandono nem em desgraça.
A desgraça decorre do egoísmo, enquanto que a felicidade é fruto do amor.

(Joanna de Ângelis pela psicografia de Divaldo Franco em Alegria de Viver)

Orando no Natal

postado em 2 de dez de 2011 06:42 por Webmaster SEJA

Senhor!

Enquanto vibram as emoções festivas e muitos homens se banqueteiam, evocando aquele Natal que Te trouxe à Terra, recolhemo-nos em Silêncio para orar.

Há tanta dor no mundo, Senhor!
Os canhões calam os seus troares, momentaneamente, as bombas destruidoras cessam de cair por alguns instantes nos países em guerra, enquanto nós oramos pelos que mercantilizam vidas, fomentando conflitos e beligerância outras;

pelos que escorcham as populações esfaimadas sob leis impiedosas e escravizantes;

pelos que se comprazem, como se fossem abutres em forma humana, com a renda nefanda das casas do comércio carnal;

pelos que exploram os vícios e acumulam usuras com o fruto da alucinação de obsidiados ignorantes da própria enfermidade;

pelos que malsinam moçoilas e rapagotes inexperientes, deslumbrados com o fastígio mentiroso da ilusão;

pelos que difundem a literatura perversa e favorecem a divulgação da criminalidade;

pelos que fazem enlouquecer, através dos processos escusos, decorrentes da cultura que perverte mentes e corações;

pelos que se locupletam com as moedas adquiridas mediante o infanticídio hediondo;

pelos que dormem para a dignidade e sorriem nos pesadelos do torpor moral, que os invadem!

Senhor!

Diante das crianças tristonhas e dos velhinhos estropiados, dos enfermos ao abandono e dos atormentados à margem da sociedade, lembramo-nos de rogar por todos eles, mas não nos esquecemos de Te suplicar pelos causadores da miséria e do infortúnio.

"Não sabem o que fazem!" - perdoa-os Senhor!

Neste Natal, evocando o momento em que as Altas Esferas seguiram contigo à Terra, até o singelo recinto de animais, para o Teu mergulho na névoa dos homens, esparze, novamente, misericórdia e esperança para todos, a fim de que o Ano Novo seja, para sofredores e responsáveis pelo sofrimento, a antemanhã da Era do Espírito Imortal de que Te fizeste paradigma após o martírio da Cruz.

(Pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo P. Franco. Extraído do Livro: Celeiro de Bênção)

Teu Óbolo

postado em 3 de set de 2011 14:23 por Webmaster SEJA

Simbolicamente, o óbolo da viúva tem larga aplicação no constante labor de quem deseja ser útil.

Não apenas a moeda representativa para a aquisição do pão ou do vestuário, do medicamento ou do teto... Mas, também, o gesto sacrificial, sem preço, raramente oferecido, assim como a palavra oportuna, quando a circunstância é difícil.

(...)

Da mesma forma, o perdão silencioso à ofensa intempestiva ou a compreensão fraternal, quando ocorra lamentável incidente.

O silêncio digno, quando a ofensa provoque reações infelizes ou a confiança no êxito, mesmo que os fatores pessimistas pareçam predominar.

(...)

A viúva, referida por Jesus, na parábola, ofertou a última e menor moeda que possuía, em cumprimento ao dever recomendado pela Lei.

(...)

Há doações valiosas e ricas que transitam pelas mãos do mundo, sem que solucionem os problemas daqueles a quem são dirigidas. Não obstante, a dádiva de amor logra abençoar as vidas, enriquecendo-
as de esperança e de harmonia.

Sempre serás convocado a repetir o gesto nobre e significativo da viúva pobre, que motivou a bela parábola evangélica.

A oração intercessória por alguém; a referência positiva a respeito do próximo; a ação, desconhecida pelo beneficiário; são pequenas-valiosas moedas colocadas nos gazofilácios das vidas, em cumprimento à Lei de amor, que vige em toda a parte.

Sempre podes auxiliar, doando e enriquecendo-te, porquanto, mais feliz é sempre aquele que doa, pois que, mesmo na posição de carência em que se possa encontrar, desejando, sempre pode ajudar, com o óbolo que notabilizou a feliz viúva do Evangelho.

(Extraído do livro "Alegria de Viver", pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Pereira Franco)

Maledicência

postado em 8 de jul de 2011 07:49 por Webmaster SEJA   [ 8 de jul de 2011 07:50 atualizado‎(s)‎ ]

Espinho cruel a ferir indistintamente é a palavra de quem acusa; cáustico e corrosivo é o verbo na boca de quem relaciona defeitos; veneno perigoso é a expressão condenatória a vibrar nos lábios de quem malsina... A maledicência é cultura de inutilidade em solo apodrecido.

Maldizer significa destruir. O maledicente é atormentado que se debate nas lavas da própria inferioridade. Tem a visão tomada e tudo vê através das pesadas lentes que carrega.

(...) Caridade é bênção sublime a desdobrar-se em silencioso socorro. Volta as armas da tua oração e vigilância contra a praga da maledicência aparentemente ingênua, mas que destrói toda a região por
onde prolifera.

(...) Quando vier a tentação de acusar e apontar defeitos, lembra-te das próprias necessidades e limitações e, fazendo todo o bem possível ao teu alcance, avança na firme resolução de amar, e despertarás, além das sombras da carne por onde segues, num roteiro abençoado onde os corações felizes e livres buscam a vida verdadeira.

(Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco, Lampadário Espírita)

Renovação pelo Amor

postado em 2 de jun de 2011 20:12 por Webmaster SEJA

Na condição de aprendiz da Vida, não descures o compromisso de renovação a que te vinculas.

(...) Anota as dificuldades que te assinalam hoje e confronta-as com as do passado, de modo a poderes realizar uma honesta avaliação do teu comportamento.

(...) É certo que nem tudo são ou serão sempre alegrias. Por isto mesmo deves acostumar-te a uma psicosfera de paz, numa emoção descontraída, mediante as quais adquirirás resistências para os instantes
mais severos, que saberás superar ou os farás passar com rapidez sem deixar-te mossa no sentimento nem mágoa no coração.

Frui, das bênçãos que te chegam, a melhor parte, e ampliá-las, repartindo com os carentes de migalhas as tuas fortunas, avaramente guardadas nos cofres dos conflitos injustificáveis e dos dramas íntimos aos
quais te habituaste.

Deus vive em ti e espera por tuas decisões.

Rompe a aparente impermeabilidade e renova-te no amor, vivendo para o amor e irrigando as vidas com a energia que o teu amor pode oferecer. Somente quem doa e se doa, renovando-se sempre para melhor,  consegue a plenitude do Amor, que é Deus no teu mundo íntimo.

(Divaldo Franco, Vigilância, Salvador: Leal, 2000)

Responsabilidade de ser pai ou mãe

postado em 3 de mai de 2011 16:24 por Webmaster SEJA

Ser pai ou mãe é uma grande responsabilidade.

Cada criatura traz o destino que organizou para si mesma em reencarnações passadas.

No entanto, ela nunca deixará de assimilar os exemplos vividos no lar pelos pais.

A primeira escola é, pois o lar, e este, por sua vez é o resultado da conduta dos esposos que se devem esforçar pra fazê-lo agradável, honrado e rico de paz.

Abençoa o teu filho com as tuas palavras e conduta, fazendo-te amigo dele em todas as situações.

Os filhos, como todos nós, somos de Deus, e prestarás conta do empréstimo que te foi concedido para educar.

Religião Cósmica do Amor

postado em 1 de abr de 2011 07:52 por Webmaster SEJA

    Toda crença religiosa que se firma no amor é digna de respeito e carinho. O objetivo essencial da fé religiosa é dignificar a criatura humana, tornando-a melhor moralmente e preparando-a para desenvolver os valores espirituais que lhe dormem no íntimo.

    (...) O Espiritismo, ademais de fundamentar-se no amor através da ação da caridade, é doutrina profundamente racional, que esclarece o aprendiz a respeito das razões da crença e da sua legitimidade, por estruturar-se na linguagem iniludível dos fatos. Jesus, quando esteve na Terra, elegeu o amor como sendo a fonte de sabedoria e de iluminação mais poderosa que se pode conhecer...

    Ao Espiritismo compete, portanto, o dever, através dos espíritas sinceros, de propagar os seus postulados, de divulgar as imorredouras lições do Evangelho, de demonstrar a excelência dos seus paradigmas, o alto significado de que se fazem instrumentos as comunicações espirituais, a magnitude da reencarnação, a convivência com o bem e a sintonia com o inefável amor de nosso Pai.

    A Religião Cósmica do Amor, desse modo, no Espiritismo encontra o solo abençoado e fértil para apresentar-se e enflorescer-se, produzindo os frutos da felicidade a que todos aspiram, sem nenhuma desconsideração pelas demais que se fundamentem no Mandamento Maior, vivendo a tolerância e a caridade indiscriminadas.

(Do livro Entrega-te a Deus, Divaldo Franco, Pelo espírito Joanna de Ângeles, Inter Vidas: Catanduva, SP, 2010)

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